Rumo ao Som do Silêncio



Em 1979, pesquisadores da BASF em busca de um material isolante térmico obtiveram uma espuma plástica porosa que é também um excelente isolante acústico.

Devido à sua porosidade, as ondas sonoras penetram facilmente o material. Os filamentos de polímero que conectam os poros vibram ao serem atingidos pelas ondas e geram calor, irradiado pela superfície externa. Graças à conversão de parte do som em calor, apenas uma fração do som incidente é refletida pela superfície interna.

Versátil, o material já foi aplicado em um estádio olímpico de natação e transformado, pelo artista Doug Wheeler, na matéria-prima de uma instalação imersiva no Museu Guggenheim.